quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

capítulo 1

Sábado, 18:30 - 17 de março 
Acordei com meu rádio apitando ou seja da pior maneira, esperei pra ver se a pessoa desistia, mas foi em vão
Beatriz: que merda, não se pode mais dormir - disse assim que atendi, era a Bruna.
Bruna: porra atender pra quê?!
Beatriz: eu tava dormindo querida- falei levando-a rir - o que tu quer?
Bruna: tem uma festa pra gente ir hoje
Beatriz: hora e lugar
Bruna: surprise
Beatriz: da última vez que você falou isso fomos parar na favela da vintém - ela riu me levando a acompanhar
Bruna: é boa, vai por mim.
Beatriz: não sei nem porque confio em você, piranha
Bruna: porque eu sou foda né
Beatriz: vai nessa - ri e me sentei na cama, peguei o controle e liguei a tv que passava jornal, revirei os olhos e botei em um canal de música- que horas?
Bruna: 20:00 vou mandar o Galo ir te buscar de moto
Beatriz: quem é galo? - me levantei e fui indo pro banheiro
Bruna: amigo meu
Beatriz: jaé, vou pra tua casa? 
Bruna: lógico né
Beatriz: porra Bruna.. 
Bruna: porra nada, ta suave- disse me interrompendo
Beatriz: ta bom, mais alguma coisa?
Bruna: tá me expulsando filha da puta? - ri 
Beatriz: eu quero fazer xixi, tchau Bruna - ela gargalhou
Bruna: jaé - deixei o rádio em cima da pia e fiz minhas necessidades, resolvi tomar banho logo, sai enrolada na toalha, coloquei só calcinha e sutiã, passei desodorante, peguei minha bolsa da nike e comecei a por algumas coisas dentro, enquanto curti as músicas resolvi da um jeito no armário, tenho roupa de mil e lá vai nessa merda. Ouvi meu rádio apitando, fechei minha bolsa assim que acabei de guardar as coisas e deixei em cima da cama. Fui até o banheiro e peguei meu rádio, olhei quem mandou o alerta e era a Bruna, retornei só apertando o PTT
Beatriz: late
Bruna: tu é foda pra atender o rádio, pra que tem? 
Beatriz: tava atoa não, mas o que foi?
Bruna: Galo já ta indo te buscar, ta pronta?
Beatriz: to nada
Bruna: então se arruma e fica esperando ele piar ai
Beatriz: jaé, tchau - joguei o rádio na cama, catei um short jeans e uma blusa preta lisa, vesti, calcei meu chinelo, dei um nó no cabelo, botei meu rádio no bolso, desliguei minhas coisas por ali e fui saindo encontrando o Caique, meu primo que é quase um irmão pra mim, jogado ali pela sala.
Caique: já vai pra onde?
Beatriz: casa da minha amiga
Caique: aonde?
Beatriz: ih, não te interessa não- larguei a bolsa no sofá e fui até o quarto dos meus avós- to saindo tá? vou dormir na Bruna
Clarisse: ta bom, juízo minha filha
Beatriz: pode deixar- fui até ela e dei um beijo em sua testa - bença
Clarisse: Deus te abençoe, minha filha! - meu rádio começou a apitar, peguei ele no bolsa e era um número que eu não conhecia me chamando, fui saindo do quarto e apertei o PTT- oi
xxx: é o Galo, tô aqui já
Beatriz: to descendo - guardei meu rádio na bolsa e passei a mesma pelo meu corpo - to indo, se liga mané - dei um tapa em sua testa
Caique: vai pro caralho, vai pra onde Beatriz?
Beatriz: vamo junto.. Ihhhh
Caíque: tua cabeça é teu guia - peguei minha chave e fui saindo ali deixando ele falando sozinho, guardei a chave na bolsa e entrei no elevador, logo que o mesmo chegou ao térreo, falei com o porteiro e fui saindo já vendo o Galo parado em frente ao prédio- eai
Galo: qual foi- disse me entregando o capacete, botei a bolsa pra trás, subi na moto e assim que botei o capacete ele foi saindo ali da frente do prédio- nunca te vi la não ein- disse puxando assunto e ri
Beatriz: é porque realmente nunca fui lá - assunto acabou aqui, até porque ele não fez questão de continuar e muito menos eu. Mesmo ele indo voado, tava demorando pra caralho pra chegar- demora assim?
Galo: tu quer morar longe po - ri, depois de algum bom tempo chegamos no morro, ele buzinou pra uns moleques que estavam na entrada e foi subindo. Porra, que agitação, gente pra caraca na rua, logo ele parou em frente a um casarão no alto do morro- desce aí- desci da moto, tirei o capacete e devolvi pra ele - assim que ele buzinou a Bruna botou a cara na janela
Beatriz: eita ein - ri
Bruna: sobe aí - assenti e assim que o portão se abriu, fui entrando esbarrando em um cara que estava saindo, meu olhar se cruzou com o dele que ao perceber o quão hipnotizada eu estava deu uma risada. Me desliguei e cheguei para o lado
Beatriz: desculpa- percorri meu olhar por seu corpo e caralho de homem gostoso, notei a arma em sua cintura e voltei a olhar pra ele
xxx: qual foi- assenti e entrei pra casa
Bruna: até que enfim piranha- veio descendo a escada
Beatriz: moro longe né, cansei- ri e cumprimentei ela, uns cara armados apareceram por ali, gatos até, e saíram- ta bem frequentava ein
Bruna: viu nada ainda -ri- quer alguma coisa? água? comida?
Beatriz: to suave
Bruna: jaé, então bora subir- assenti e fui seguindo ela, a casa era grande pra caralho, tipo as mansão na pista mesmo
Beatriz: castelo ein
Bruna: chefe é chefe
Beatriz: vai me arrastar pra onde hoje?- entramos em um quarto todo rosa, parecido com o meu, tirei a bolsa e larguei em cima de um poltrona que tinha ali e me joguei na cama
Bruna: te mostrar o que é baile de verdade
Beatriz: outro?
Bruna: é aniversário do meu irmão, ai o baile é do caralho
xxx: Cunha - me virei pra porta e era uma loira falsificada pra cacete, ela me olhou de cima em baixo, ergui uma sobrancelha pra ela
Bruna: oi
xxx: ta com visita - notei o deboche em sua voz
Bruna: Bea essa é a Isabelle, mulher do meu irmão e Isabelle essa é a Beatriz, ela vai ficar aqui pra ir pro baile
xxx: ata
Bruna: mas qual foi?
Isabelle: só pra avisar que vou deixar o Pedro na minha mãe, ai tu avisa teu irmão
Bruna: tranquilo- ela saiu e ri
Beatriz: quantos anos tem seu irmão?
Bruna: 26, ele tava saindo quando tu chegou, viu não?
Beatriz: qual?
Bruna: com uma tatuagem no braço, grandona
Beatriz: ah- o gostoso
Bruna: as mina daqui a pouco vão colar aqui
Beatriz: quem?
Bruna: Letícia e Mariana
Beatriz: to ligada, as que tava lá no baile?
Bruna: é - me levantei e peguei meu rádio na bolsa, disquei o número lá de casa e logo atenderam
Beatriz: oi vô, é pra avisar que cheguei aqui na casa da Bruna
Nelio: ta bom minha filha, se cuida
Beatriz: bença
Nelio: Deus te abençoe - logo desliguei e botei o celular pendurado no suporte na cintura, fiquei ali conversando com Bruna, botando a fofoca em dia, ela me contou sobre o caso escondido dela com o LK que por nada o Akira pode saber. Agora me pergunto, como ela consegue ficar com ele se eles vivem juntos?! Essa Bruna é maluca, as meninas chegaram ali e se juntaram a nós e literalmente botamos as fofocas em dia. Quando deu a hora de começarmos a se arrumar, a Mari e a Lett ralaram e nós começamos a se arrumar pro baile. Coloquei um vestido vermelho colado com um decote não muito vulgar, já que por ser colado era demais, mas eu estou decidida a causar hoje (...) Tinha acabado de colocar meu salto e estava pronta, peguei meu rádio
Bruna: bora?- apareceu descendo a escada
Beatriz: que gostosa é essa ein
Bruna: palhaça - rimos- andar contigo é uma merda, vai roubar os homens todo
Beatriz: vai pro caralho, quero só beber, o que vim é lucro
Bruna: sempre né - ela mordeu o lábio inferior trazendo uma expressão safada ao seu rosto e não tive como deixar de rir- bora bora- fomos saindo e logo na porta tinha um BMW X1 parado na porta, meu salto abriu e me abaixei para fechar, deixando meu rádio em cima do muro que tinha ali- é o Akira- logo que fechei meu salto fui seguindo ela, que bateu no vidro do carro, ele destravou e entramos- cadê a Isabelle?
Akira: já foi - olhei pra ele pelo espelho e o mesmo estava me olhando
Bruna: essa é a Beatriz deu um sorriso safado e em resposta apenas ergui uma sobrancelha, afinal ele tava gostoso pra caralho
Bruna: vai logo Thiago
Akira: ta com pressa porra? dirige então caralho- ela fez bicho o que me levou a rir comigo mesma, logo o Akira deu partida rumo ao baile. Na subida da quadra já se ouvia o som que estourava do baile, esperamos ele estacionar e logo descemos, por algum acaso me lembrei que esqueci meu rádio em cima do muro
Beatriz: puta que pariu
Bruna: que foi?
Beatriz: esqueci meu rádio em cima do muro, caralho tenho que voltar lá
Bruna: vou passar o rádio pra Galo, perai - ela pegou o rádio e mandou o alerta
Akira: bora
Bruna: marca ai, to tentando achar o Galo
Akira: pra que?
Bruna: pra levar a Bea lá em casa
Beatriz: meu rádio ficou em cima do muro, caralho porra
Akira: relaxa, te levo já
Beatriz: não que isso, o Galo me leva
Akira: porra bora logo
Bruna: vai lá amiga, eu vou entrando te encontro lá dentro
Beatriz: tá - o Akira entrou no carro e fiz o mesmo, logo ele deu partida e fomos voltando pra casa deles, mas dessa vez não fizemos o mesmo caminho, caímos numa rua escura pra caralho- qual foi
Akira: te quero e agora - se virou pra mim desligando o carro
Beatriz: ta achando que é assim? meter a mão e ir levando, vai devagar
Akira: qual foi loirinha? vai ficar de cutcharra
Beatriz: vão roubar meu rádio Akira, quero pegar logo 
Akira: caralho, jaé!- ele socou o volante o que me fez tomar um breve susto, olhei pra ele com uma sobrancelha erguida e revirei meus olhos logo que ele deu partida no carro, tomando o caminho novamente. Assim que ele parou o carro em frente a casa deles, desci do carro e corri na esperança de ainda encontrar meu rádio por ali.. e estava!!! Olhei o mesmo vendo se tinha alguma ligação me deparando com uma chamada perdida do Caique, tratei de retornar e voltei meu olhar para o carro notando que o Akira saía dele e vinha em minha direção
Caique: já to ligado que tu ta na pedreira
Beatriz: larga meu cavalo porra
Caique: ta fazendo o que ai?
Beatriz: te interessa não
Caique: fica aí de vacilação mermo, ta achando que ta passando batida
Beatriz: vai se foder - desliguei e olhei pra dentro do portão da casa que estava aberto, onde provavelmente Akira estava, fiquei esperando até ele aparecer na porta e me chamar
Akira: chega aqui
Beatriz: pra quê?
Akira: vem aqui porra
Beatriz: fala direito comigo, eu ein
Akira: coe, vem aqui - fechei o portão e entrei, mal pisei dentro da casa e ele me puxou, me encurralando na parede
Beatriz: me solta ou eu grito
Akira: então grita porque não vou soltar- fechei minha mão e ameacei bater nele, o mesmo segurou minhas mãos com força, que se foda esse teatrinho, eu o quero. Assim que ele soltou minhas mãos passei as mesmas por dentro de sua blusa, ele levou suas mãos até a minha bunda onde apertou com força me fazendo morder o lábio inferior- vai me negar agora?- senti uma de suas mãos subindo em minha perna indo até minha buceta, respirei fundo- vai negar?
Beatriz: claro que sim- ele ficou passando a mão nela, já me sentia molhada
Akira: não vai nada- ele veio beijando meu pescoço, roçando aquela barba por fazerdele no meu pescoço, logo roçou seus lábios nos meus, mordi o lábio dele, puxei e tomei a iniciativa de beijá-lo intensamente. Senti ele andando para trás e fui o acompanhando, assim que ele me puxou para sentar em seu colo de frente para o mesmo, levei as mãos até sua blusa e tirei a mesma rapidamente, ele passava a mão em meu corpo e apertava aumentando meu nível de excitação, suspirei ao sentir seus beijos em meu pescoço me deixando arrepiada. Comecei a rebolar em cima de seu pau que já dava sinal do quão excitado ele estava, mordi meu lábio inferior, senti suas mãos em meu vestido e ergui minhas mãos ajudando-o a tirar o mesmo. Assim que nos vimos longe do vestido, ele começou a chupar ferozmente meus seios, que já estavam com os bicos duros de tesão. Continuei rebolando em seu colo, sentindo seu pau roçar contra minha intimidade sobre a calcinha, que a essa hora já estava melada, ele me jogou no sofá e levou a mão até minha calcinha e rasgou a mesma com facilidade. 
Beatriz: minha calcinha caralho
Akira: não vai precisar dela agora, cala a bola cachorra- pôs a mão sobre a minha boca tapando a mesma e caiu de boca em minha buceta me fazendo inclinar a cabeça para trás e gemer, ele me chupava com vontade, cruzei as pernas em volta de seu pescoço e comecei a rebolar enquanto sua língua fazia um vai e vem dentro da minha intimidade. Minha buceta pulsava de tesão, levei as mãos até seu cabelo e puxei o mesmo com força fazendo-o gemer, ele respondeu com um tapa forte em minha perna, gemi e fechei os olhos cravando minhas unhas em suas costas. Sua língua me maltratava, a cada mordida de leve que recebia sobre o clítoris me faziam arfar, eu estava muito excitada, doida de vontade de sentir seu pau me fodendo. Levei meus pés até seu ombro e empurrei o mesmo que riu ao notar meu estado bastante ofegante
Beatriz: vai se foder
Akira: tá maluca? - levou as mãos até meu cabelo puxando eles com força, me fazendo gemer, ri e mordi meu lábio, fizemos um 69 ali no sofá,tirei sua bermuda junto com a cueca, peguei em seu pau, passei a língua por toda a extensão e logo voltei a passar minha língua em movimentos circulares pela cabecinha. Comecei a chupar a mesma com vontade, ele chupava minha buceta e eu gemia, coloquei seu pau inteiro em minha boca, caindo realmente de boca, chupava suas bolas o ouvindo suspirar, senti dois dedos me penetrarem e gemi em resposta, continuei pagando um boquete gostoso pra ele enquanto recebia o melhor oral que alguém já me fez, gozei em sua boca e logo senti seu pau pulsando contra minha língua, fiz uma garganta profunda e logo senti seu gozo jorrando em minha boca, dei uma engasgada e tirei seu pau da mesma, chupei todo gole de porra que ele deixou em minha boca. Ele me puxou rapidamente me fazendo ficar sentada em seu colo, senti ele encaixar sua cabecinha em minha buceta 
Beatriz: me fode - levei as mãos até seu pescoço e arranhei o mesmo com vontade, ele segurou em minha cintura me fazendo sentar com tudo em seu pau, inclinei a cabeça para trás gemendo alto, senti sua piroca me invadir cada vez mais, ele começou a movimentar o quadril, fazendo um vai e vem com a mesma em minha buceta. 

Akira ON
Fui entrando em casa, para pegar meu rádio e ir pra boca, ver qual era da parada
Isabelle: Olha só-  falou entrando na minha frente com as mãos na cintura- lembrou que tem casa, Thiago?
Akira: sai, caralho! - falei impaciente, indo para a sala procurar meu rádio
Isabelle: Sai? Tu tá maluco? - veio falando atrás de mim- tu tava se agarrando com qual piranha agora? Tava com a piranha da Ana Paula de novo?
Akira: se tu sabe, por que tá perguntando, porra? - sorri com ironia e fui tirando os bagulhos que estavam por ali procurando meu rádio
Isabelle: porque sou tua MULHER e mereço respeito! - alterou a voz, segurando meu braço, me virei alterado e segurei em seu queixo com força
Akira: tu tá se crescendo demais pro meu lado- continuei apertando, olhando em seus olhos- sossega essa tua buceta que não te dei moral- ela bateu na minha mão me dando uma encarada rancorosa
Isabelle: tu vem jantar? - murmurou
Akira: é assim que eu gosto- puxei-a pela cintura, selando nossos lábios- venho sim pô! - Ela sorriu sem graça e foi para a cozinha, peguei meu rádio na estante e sai de casa. Meu soldado estava no portão fazendo a segurança de casa- qual foi, quatro mola! - o cumprimentei com um toque de mão
QuatroM: fala, chefe! - assentiu- bora pra boca?
Akira: bora - concordei, colocando meu boné
QuatroM: qual foi, 2G? - falou no rádio- atividade aqui na casa do Akira, porra!
Akira: ele já ta constando? - perguntei impaciente
QuatroM: ali ele lá- apontou pra uma Hornet vindo na nossa direção, cumprimentei o outro vapor e desci a pé pra boca, com o quatro mola. As vadias só iam me palmeando, jogando o cabelo e pagando simpatia ao me ver passar. Engraçado, de dia é amiga da minha mulher, de noite tá implorando pra eu comer. Ri sozinho com os meus pensamentos- E ai, Mariana- falou pra uma novinha que passou do nosso lado, reconheci e vi que é a amiguinha gostosinha da Bruna que vive lá em casa, ela passou do nosso lado e o ignorou, fingiu que nem ouviu- Ih, ta se fazendo demais, ein porra- gritou pra ela dando risada
Akira: ta no apetite irmão?- debochei
Quatro: qual foi, mina mó desumilde - balançou a cabeça negativamente e eu gargalhei, brotamos na boca e resolvemos as paradas do dia a dia, fiz a contabilidade, armei os esquemas que tava pendente, desenrolei com os cu azul e ralei pra casa, cheguei lá e a Isabelle tava com um short curtinho deixando o cu todo de fora 
Akira: se tu colar na rua com esse short eu vou te quebrar todinha- falei subindo pro quarto, ouvi um "vai se foder" e ri, tomei um banho, jantei com a Isabelle e com o Pedro, esse moleque ta cada dia mais parecido comigo, e eu ainda duvidei que ele era meu filho. Fiquei sabendo que uma amiga da Bruna tava vindo pra cá e é do asfalto, hm patricinha, o lema já diz. Quando ela chegou já bateu de frente comigo, porra, loirinha gostosa do caralho, não vai passar de hoje (...) trouxe ela pra pegar o rádio mas cheio de vontade de comer ela no carro mermo, puxei ela pra dentro de casa, não poderia deixar ela vazar desse jeito (...)Ela começou a sentar em cima do meu pau e quicar, jogou a cabeça para trás, segurei na sua cintura e ela começou a sentar com raiva. Ela gemia quicando, fazendo sua buceta engolir meu pau todinho, patricinha gostosa do caralho, arranhou as minhas costas e bati em sua bunda com força em resposta, ela inclinou seu corpo para frente caindo sobre o meu e gozou, joguei ela no sofá e continuei comendo aquela buceta apertada e molhadinha. Trocamo de posição e comi ela de todos os jeitos que podia naquele sofá, senti meu pau latejar- abre a boca, vou gozar- ela ficou de cabeça pra baixo mesmo no sofá, colocou a boca no meu pau e começou a fazer um boquete. Gozei na boca dela, que engoliu minha porra toda. Gozei na sua cara e ela passou a mão lambendo
Beatriz: caralho, quanto tempo ficamos aqui? puta que pariu- começou a procurar provavelmente o rádio dela por ali e o mesmo em baixo do sofá, ri enquanto assistia a cena- já é 01:00, caralho
Akira: presente de aniversário
Beatriz: vai se foder - catou as coisas e foi subindo, peguei minhas roupas ali ou a Isabelle iria encher a porra do meu saco, ela saiu do quarto enrolada na toalha procurando algo e eu puxei ela que olhou fixamente em meus olhos sorrindo igual uma ninfeta
Akira: cachorra, safada
Beatriz: essa é diferente - ela deu um tapa em meu rosto e eu a peguei ali no corredor mesmo, o tesão ainda continuava. Sentei ela em cima da mesa que tinha ali, ela passava a mão pelo meu corpo todo, beijando meus pescoço, meu pau chegava estava torto de tanto tesão pela aquela buceta gostosa. Abri suas pernas e meti dois dedos naquela buceta melada. Ela femia baixinho no meu ouvido, comecei a fazer um movimento rápido e meti mais dois dedos e ficava girando lá dentro. Ela gozou nos meus dedos, levei até sua boca fazendo-a sentir seu próprio gosto, ela desceu da mesa, segurou no meu pau e lambeu toda a extensão, ela começou a chupar ele inteirinho. Chupava a minha cabecinha e engolia tudo, segurei no seu cabelo em um rabo de cavalo pra observar melhor aquela patricinha me chupando, suas mãos brincavam com as minhas bolas me fazendo gemer, segurei firme em seu cabelo e a fiz engolir minha pica toda. Gozei novamente em sua boca

Beatriz ON

 Cai sentada e ofegante no chão do corredor, de todas as minhas loucuras com certeza essa foi a maior, acabo de transar com o irmão da minha amiga, que por sinal é dono do morro. Olhei pra ele que me olhava 
Beatriz: para de me olhar - me levantei e enrolei a toalha que estava em mim novamente- vou me arrumar correndo e você vai me levar lá, isso nunca aconteceu, jaé?
Akira: e se eu quiser de novo?
Beatriz: ué a de casa não dá conta do trabalho? - ri, ele segurou em meu rosto e  logo selou nossos lábios
Akira: vou ter de novo?
Beatriz: me leva de volta pro baile, quem sabe.. - dei uma piscadela pra ele, fiz o mesmo me soltar e fui me arrumar novamente na velocidade da luz, mas antes tive que tomar aquele banho pra tirar aquele cheiro de sexo impreguinado em meu corpo. Coloquei a mesma roupa, fiz uma maquiagem rapidinho e assim que tava terminando de passar perfume o Akira entrou no quarto da Bruna
Akira: tu é gostosa pra caralho, fico tentado a te comer na cama da Bruna
Beatriz: deixa de ser cachorro, bora logo- fui saindo do quarto e ele veio atrás, peguei meu rádio em cima da mesa e reparei que a sala estava arrumada, ué, ele deve ter arrumado, peguei meu salto que tava ali e coloquei, saímos de casa, entramos em seu carro e ele deu partida de volta ao baile. Assim que ele parou o carro, tirei o cinto- ah, antes que eu esqueça, feliz aniversário- aproximei dele e beijei-o com vontade, passei minha mão por dentro de sua camisa e passei a unha em seu peitoral, parei o beijo quando a falta de ar deu sinal e suguei seu lábio, ri da cara que ele ficou, arrumei meu cabelo e quando iria descer do carro senti um tapa com força contra minha bunda- porra Akira
Akira: gostosa- ri balançando a cabeça negativamente, saí do carro e parei esperando ele descer. Ele me esperou da a volta no carro, pegou na minha mão e fomos entrando no baile, tocava a montagem de lá e porra, a vontade de dançar já bateu, ele foi parando pra falar com um pessoal lá, as monas de lá tudo me encarando, tratei de fechar logo a cara ou essas rata iriam ficar de graça. Fui seguindo o Akira até um "camarote" que tinha no baile, avistei as minas de longe e com elas estava uma menina
Bruna: porra piranha, onde tu tava?- falou loucona já
Beatriz: encontrei um amigo ali- menti, claro.
Leticia: a cara de safada, deve tava dando
Mariana: caralho, mal chegou e já arrumou boa?
Bruna: ó essa aqui é a Stephane
Beatriz: prazer Beatriz, chama de Bea- nos cumprimentamos- cadê? quero beber
Bruna: Akira apareceu, vou lá falar com ele- fui até onde estavam servindo as bebidas, pedi uma água e nela vinha um saquinho com uma balinha colada, ri balançando a cabeça negativamente, voltei pra perto das meninas, descolei o saquinho, abri a água e dei uma golada, joguei a balinha dentro e sacudi. Depois que dissolveu, abri e sorri ao ouvir o barulhinho da felicidade, é hoje!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 









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